POESIA DE ALEXANDRE FERREIRA

Aluguei esta casinha pequenina sem telhado e sem paredes... toda ela uma janela aberta ao mundo. Cada visitante que aqui vem, ao sair não se esqueça de levar o meu muito obigado, o meu abraço o meu beijo ......O meu C A R I N H O

quarta-feira, janeiro 16, 2008

AMOR





Sou amor, sou pequeno e tamanho
Por vezes me envaideço sem razão
Mas nunca! Nunca actuo só. sou amor...
Incompreendido, enganado, sou roubado...
Mexo nos sentidos! Sou tragico e choro
Porque sou amor e amor é sempre assim
Uns usam-me bem forte, Não me doi...
Outros usam-me mal e de pouca-dura
Mas se existe um coração que sofre
Logo outro coraçõ comigo se cura...
Enganado se diz não se vê! transparente...
Eu sei quem sou, porque eu sou o amor
Não me conhece! Se odeia constantemente.
Sou parra que cai no lago, boia, se deixa levar
Na retina de quem me usa fica sempre desejo
Quando actuo eu uno num abraço ou num beijo
Num olhar, um sorriso, sentir e até surdo-mudo
Comigo não existe idade, tamanho ou cor
Já te disse! Sou o amor... E ele! Cura tudo.

Autor Alexandre Ferreira
11.01.208

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CITADO POR ISABEL