POESIA DE ALEXANDRE FERREIRA

Aluguei esta casinha pequenina sem telhado e sem paredes... toda ela uma janela aberta ao mundo. Cada visitante que aqui vem, ao sair não se esqueça de levar o meu muito obigado, o meu abraço o meu beijo ......O meu C A R I N H O

segunda-feira, julho 09, 2012




Nascem esperançosos no meio do nada
Feitos ao sabor de amor desprevenido
Uns; Muito amados. Outros; Abandonados 
Depois encontrados e dados, ou vendidos 
Comprados? - com sorte talvez adoptados!
- Quase ninguém pergunta; será correto? 
- Amor! - Amor não é para aqui chamado.
 Ainda existe alguém que diz;
- Feliz da criança que encontrou alguém!
 Como se ela fosse objecto, de ninguém...
 Esquecem-se que todas nascem de um ventre
Nenhuma é parida  pelo recto! - mas perto.
- São seres humanos com valor igual ao teu
- Mas que por motivos diferentes: se perdeu.
A.F.

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CITADO POR ISABEL