POESIA DE ALEXANDRE FERREIRA

Aluguei esta casinha pequenina sem telhado e sem paredes... toda ela uma janela aberta ao mundo. Cada visitante que aqui vem, ao sair não se esqueça de levar o meu muito obigado, o meu abraço o meu beijo ......O meu C A R I N H O

quinta-feira, janeiro 27, 2011

PERGAMINHO



Sou professor do nada
E o médico de ninguém
Sou residente em casa
Apelidada de; - nada tem
Meu corpo é de pau seco
E minha memória de papel
Sou poeta do destino
Ao qual me mantenho fiel.
Os filhos! - são poemas
Que educação! - pouca tem
São palavras ao vento
Frases lidas por ninguém.
A.F.

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CITADO POR ISABEL